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Oi gente!!Resolvi colocar este texto aqui porque hoje, passei a manhã fazendo uma limpeza no meu quarto,coloquei um monte de coisas foras como diz a minha mãe eu tenho mania de juntar porcarias.E eu tenho mesmo eu nunca ponho as coisas fora,porque eu sempre acho que amanhã eu poderei precisar, mas sei que quando eu precisar eu não irei usá-las,portanto achei melhor colocar um monte de provas, cadernos e trabalhos da faculdade fora.Pois aquilo estava me torturando pois cada vez que olhava me lembrava que desisti de tudo e segui outro caminho.
E aproveitei pra colocar fora alguns sentimentos, algumas coisas que ficavam me remoendo, que muitas vezes me questionei,mas depois desta “faxina” me sinto bem melhor.Ainda tem algumas coisinhas meio bagunçadas, precisando tirar o pó, dar uma lustrada,mas nada que o tempo não resolva...
Faxina da Alma
Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...
Então tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais!
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca dei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li.
Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas...
e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!...
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas lá também havia outras coisas... e belas!!!
Um passarinho cantando na minha janela...
Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças.
aquela lua cor de prata, o pôr do sol ...
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se as envio para o lixão.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...
Como foi bom relembrar tudo aquilo!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha
e principalmente de RECOMEÇAR...
(Autor Desconhecido)


A equipe de psicólogos de um grande hospital me pediu uma palestra sobre perdas: a perda de uma pessoa amada, a perda da própria saúde, a proximidade da morte: tudo o que desconstrói o que parecia sólido em nós.
O que lhes podia dizer, a eles, competentes profissionais que enfrentavam diariamente os dramas que afluem para um hospital? Então procurei ser simples: falar das naturais dificuldades em lidar com qualquer perda - também fora do contexto hospital, saúde, vida & morte.
Primeiro, não queremos perder. É lógico não querer perder. Aliás, nem deveríamos ter de perder nada: saúde, pessoas, posição, dignidade ou confiança. Mas uma constante alternância de ganhos e perdas forma a nossa humanidade mais pessoal. Nós somos isso.
Segundo, perder dói mesmo. Não há como não sofrer. É tolice dizer "não sofra, não chore". Também o luto e a dor são importantes - desde que não nos paralisem demasiado por demasiado tempo.
Terceiro, precisamos de recursos internos para enfrentar a dor. O apoio dos outros é relativo e passageiro. A força decisiva terá de vir do nosso interior, onde vai sendo depositada a bagagem de nossa vida. Lidar com a perda vai depender do que encontraremos ali: se nesse lugar crescem árvores sólidas, teremos onde nos agarrar. Se houver apenas plantinhas rasteiras, estaremos mal. Por isso, aliás, a tragédia faz emergir forças insuspeitadas em algumas pessoas, e para outras aparece como uma injustiça pessoal ou uma traição da vida.
Uma doença grave, um insulto à dignidade ou o esvaziamento da nossa confiança nos deixam encurralados. Não vemos mais sentido em nada, e isso será mais difícil se até ali vivemos sem pensar; se corremos desnorteados no tempo em que possuíamos, sem refletir, isso que agora perdemos.
Não acho que todos devêssemos ser filósofos ou fanáticos de nenhuma religião. Não acredito em muita teorização sobre o sentido da existência. Mas creio numa expressão meio fora de moda, que no meu caso não tem conotação religiosa: vida interior. Que é o espaço da ética, dos afetos, da humildade, da coragem, e da crença na nossa transcendência. Somos parte de um misterioso ciclo vital que é o da própria natureza, e nos confere sentido. Dentro dele, mesmo sendo insignificantes, temos grandeza. Por tudo isso que não compreendemos mas podemos sentir, a vida vale a pena - mesmo quando o mundo parece desabar sobre nós.
PS: Falando em perdas: leio que alguns servidores federais terão o insultuoso "reajuste" de 1 (um, um, UM!!!) por cento; outros, quatro ou pouco mais. São as pessoas que trabalham e lecionam nas nossas universidades e hospitais, que em todas as repartições ajudam a fazer funcionar este país nosso. Eles também são trabalhadores, gente!
Lya Luft
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Boa noite, gente!E ai como foi o findi de vocês?O meu foi bem legal apesar do frio.Não sei se no resto do país está tão frio, mas aqui no Sul está muito,mais muito frio mesmo.Aqui está de renguiar cusco,como dizem.Bom não sabia o significado de renguiar e andei procurando significa tornar manco e cusco pra quem não sabe é cachorro.Achei meio nada a ver o significad,mas gosto da frase "Mas bá tchê tá de renguiar cusco!"
Bom achei esse texto da Lya Luft e achei que deveria publicá-lo, espero que vocês gostem.
Uma ótima semana pra vocês!
Beijos